quarta-feira, 8 de julho de 2015

Blogagem Coletiva: Filmes que me fazem chorar



Olá pessoal! Hoje inicio a primeira Blogagem Coletiva. Para quem não sabe, faço parte do grupo Blogs que interagem que tem a Blogagem Coletiva como projeto. Ela não é nada mais nem nada menos do que vários blogueiros falando sobre um mesmo tema. Lembrando que farei todos os temas propostos no projeto do grupo, que são três, e mais o “4 por mês” – que explicarei num momento propício.
O tema de hoje é sobre filmes que me fizeram chorar, e que eu recomendo, claro!


Marley & Eu
<3
Esse é o clássico do chororôrô, e quase todas as pessoas que veem choram. Principalmente no final do filme. É incrível como todo filme em que tiver um cachorro, e este passar por apuros ou morrer, vai te fazer chorar. Até aqueles que possuem o coração de pedra, e gostam de ver o circo pegando fogo – eu.

Toy Story 3
Como partir meu coração em segundos.
É uma trilogia que eu nunca pensei que fosse chorar, porque é um desenho cheio de aventura e até bem animado. Mas o último filme mostrou-se bastante nostálgico, ainda mais para quem acompanhou a sequência. Ver Andy crescendo e indo para a faculdade, que significa o fim de uma época no filme, é emocionante. Por mais que haja outras sequências, dificilmente se passará em torno do garoto mais amado pelos brinquedos. E, como se não bastasse, ainda tem aquela cena do lixão, onde os Woody e Cia. passam por um perrengue danado, e a última, que é Andy apresentando os bonequinhos para Bonnie, a nova dona deles. Esse combo é de partir meu coração.

Um amor para recordar
Queria ter achado outra imagem daquela cena </3, mas só tinha essa.
É um dos melhores filmes originados dos livros do Nicholas Sparks, e não importa quanto tempo passe, ou quantas falas eu acabe decorando: sempre irei chorar no final desse filme. Como podem supor, é bem triste, porém esperável. Só que a forma como tudo acontece, e como os personagens são delineados nos faz ter um pouco de esperança, para depois tirá-la de nós, e começar um banho de lágrimas.

A Saga Crepúsculo – Amanhecer Parte 2
Corre, corre!
  Embora eu ache o enredo fraco, e muito mal aproveitado, acompanhei sim a saga. Claro que nos últimos dois filmes, foi mais por curiosidade do que por gosto. O que importa é que a cena que em arrancam a cabeça de Carlisle (o vampiro mor-patriarca-chefão-do-bem haushaua) me arrancou lágrimas. Mesmo sabendo que no final das contas era tudo um sonho – o que foi bem podre, por sinal –, ele era um dos meus personagens preferidos. Aliás, a cena da batalha é bem loca, e me comoveu bastante, mesmo com todos os mil poréns da vida, tinha algumas cabeças voando e isso é sempre legal num filme chato.
Bom, é isso! São poucos que me fazem chorar, pois no geral eu só fico muito comovida. Mas os três primeiros realmente apelaram (cachorro doente, nostalgia e doença terminal é demais para mim!). E você? Quais são os filmes que lhe fazem chorar? Comenta aqui! Até a próxima! o//

Ps.: Caso você seja blogueiro e queira participar, é só clicar aqui e pedir solicitação para entrar no grupo. Lembrando que as postagens dos temas propostos precisam estar postadas no mês de Julho.

2 comentários:

Nina disse...

Oi, Ana! :D
Sabe que morro de vontade de participar desse projeto? Mas estou com tantos posts acumulados durante as férias que vou deixar para depois. Sobre os filmes: como não chorar quando um cachorro morre, minha gente? <3 Um que sempre choro quando revejo é À espera de um milagre. Nossa, acho tão triste e tão injusto D: Um amor para recordar, claro. Hoje, nem tanto, mas na época em que gostava do Nicholas Sparks, eu chorava haha. Ah, tem também Doce Novembro. Só o vi umas duas vezes, mas lembro que chorei nas duas <3

Love, Nina.
http://ninaeuma.blogspot.com/

Ana de Oliveira disse...

Ei, Nina!
Estou gostando muito de participar do projeto, porque adoro escrever sobre coisas aleatórias (consequentemente de forma bem descontraída).
Nossa! Cachorro morre, eu choro </3 Nunca vi os dois filmes citados aí por você, mas sempre me disseram que é de chorar. Um amor pra recordar é bem tristinho mesmo, e creio que seja um dos poucos dos acertos do Sparks. Com o passar do tempo, ele não conseguiu sair do ciclo vicioso dele, e as histórias têm praticamente a mesma essência (enfim, isso é papo pra outro post kkk).

Eu, Ana :D

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